Os melhores bestsellers de Joan Didion de todos os tempos.

Quer saber qual o melhor livro de Joan Didion?

MelhoresLivros.online tem empilhado, com base em opiniões de leitores, a seleção atualizada dos livros de Joan Didion mais famosos de todos.

🏆 Aqui está a classificação dos bestsellers:

SaleBestseller No. 1
Rastejando até Belém
  • Didion, Joan (Author)
  • 240 Pages - 01/14/2021 (Publication Date) - Todavia (Publisher)
Bestseller No. 2
Noites Azuis
  • Joan Didion (Author)
  • 144 Pages - 08/15/2012 (Publication Date) - Nova Fronteira (Publisher)
Bestseller No. 3
Um livro de orações comuns
  • Joan. Didion (Author)
  • 12/01/1978 (Publication Date) - Pocket (Publisher)

Esta escolha se baseia sobre os livros de Joan Didion mais adquiridos da Amazon na última semana.

💲 Livros em oferta

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Rastejando até Belém
  • Didion, Joan (Author)
  • 240 Pages - 01/14/2021 (Publication Date) - Todavia (Publisher)
Bestseller No. 2
Noites Azuis
  • Joan Didion (Author)
  • 144 Pages - 08/15/2012 (Publication Date) - Nova Fronteira (Publisher)
Bestseller No. 3
Um livro de orações comuns
  • Joan. Didion (Author)
  • 12/01/1978 (Publication Date) - Pocket (Publisher)

🥇 Melhor

Apesar de existirem vários itens a considerar para a seleção do melhor livro de Joan Didion, segundo nossa sugestão, Rastejando até Belém ao preço de R$ 48,90 é o melhor livro de todos.

SaleO melhor
Rastejando até Belém
  • Didion, Joan (Author)
  • 240 Pages - 01/14/2021 (Publication Date) - Todavia (Publisher)

📚 Para aprofundar sobre Joan Didion

Joan Didion (Sacramento, 5 de dezembro de 1934) é uma escritora americana cujos trabalhos como jornalista, ensaísta e romancista a tornaram muito reconhecida tanto nos Estados Unidos quanto em outros países para os quais ela foi traduzida. Didion colabora frequentemente no The New York Evaluation of Books e na revista The New Yorker. Ao lado de seu marido (já falecido), o escritor John Gregory Dunne, ela colaborou em diversos roteiros. Atualmente, ela vive na cidade de Nova York.

Didion nasceu em Sacramento, Califórnia e se formou pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, em 1956, como bacharel em Inglês. Grande parte dos textos da escritora ilustra sobre o contexto de sua vida na Califórnia, especialmente durante os anos 60, como o mundo em que ela cresceu “começou a parecer parado”. Suas descrições sobre teorias conspiratórias, paranoias e sociopatias são agora consideradas parte reach cânone da literatura americana.

Didion escreveu nove romances e oito livros de não-ficção. Suas coleções de ensaios, Slouching Towards Bethlehem (1968) e The White Album (O Álbum Branco) (1979) – que foi considerado em um suporte para explicar a Califórnia como “a capital paranoica reach mundo” – tornou-a famosa por ser uma observadora da política americana que usava uma distinta técnica de reportagem unindo reflexões pessoais e análises sociais. Seu bom estilo de escrita e narrativa acabou por associar seu nome aos membros realize Novo Jornalismo, como Tom Wolfe e Hunter Thompson, apesar de os laços de Diddion com este movimento nunca terem sido muito fortes.

No ano de 2001 a escritora publicou Political Fictions, uma coleção de ensaios publicados anteriormente na New York Evaluation of Books. Em 2003 Didion publicou um livro de memória chamado Where I Was From, que explora os mitos californianos e a relação da autora com o lugar onde nasceu e com a sua mãe.

Seu livro mais famoso é intitulado The Year of Magical Thinking (O Ano do Pensamento Mágico), publicado em 4 de outubro de 2005 nos Estados Unidos e, em 2006, no Brasil. O livro trata get ano seguinte ao da morte de seu marido, enquanto o qual sua filha, Quintana, passava por um grave estado de saúde. Em novembro de 2005, o livro ganhou o prêmio para a categoria de não-ficção no National Book Award.

“O Ano complete Pensamento Mági­co” já traz no subtítulo da tradução brasileira uma lição, prenúncio complete que o leitor encontrará por dentro: “A vida muda rápido. A vida muda num instante. Você senta para jantar e a vida que você conhecia acaba de repente.”

Pouco tempo após a publicação desta obra, sua filha com então 39 anos também falece, levando a escrever sua próxima obra: “Noites Azuis”. Ambos os livros estão traduzidos no Brasil.

Em 2013, a jornalista e escritora ganhou o prêmio National Medal of Arts ao lado de outros 24 escritores, acadêmicos, performers e artistas. Ao premiá-la o então presidente dos Estados Unidos da Améica, Barack Obama declarou: “Estamos celebrando essas pessoas não só pelo seu talento, mas por criarem algo realmente novo, como Joan Didion, que com razão ganhou a distinção de uma das escritoras mais celebradas de nossa geração – estou surpreso porque ela ainda não ganhou esse prêmio”.

Em 20 de outubro de 2017 foi lançado o documentário Joan Didion: The Center Will Not Hold sobre a sua vida, o diretor foi seu sobrinho Griffin Dunne.

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